[video]
[video]
Livro com a historia da Faculdade de Biblioteconomia da Universidade de Brasília
*-*
[video]
Finalmente você saiu - disse ele - Olhe, estive aguardando você um longo tempo, e escutando: mas não ouvi nenhum movimento, nem soluço algum: mais cinco minutos desse silêncio mortal, e eu teria forçado a fechadura como um ladrão. Então você me evita? Se tranca e chora sozinha! Eu preferia que tivesse vindo e me repreendido com veemência. Você é passional: eu esperava uma cena de algum tipo. Estava preparado para a chuva quente de lágrimas; só desejava que elas fossem derramadas em meu peito: agora um chão insensível as recebeu, ou então seu lenço ensopado. Mas estou errado: você não derramou uma lágrima! Vejo um rosto lívido e olhos turvos, mas nenhum sinal de lágrimas. Suponho, então, que o seu coração andou chorando sangue? — Edward Rochester em “Jane Eyre”, da Charlotte Bronte.
Should I use my invisibility to fight crime or for evil?
(Fonte: takeallyourpictures)
2 anos desde que você se foi, minha Bela da janela.
Te amo.
Kitty (13/05/2006 - 27/09/2010)
Quando alguém relatar ter sido vítima de violência, seja uma mulher dizendo ter sido estuprada ouqualquer um dizendo ter sofrido qualquer violência, a reação correta é:
- Ter empatia com a vítima e não com o agressor (“aposto que ele achou que você queria!”);
- Demonstrar solidariedade e não desprezo (“se você foi pra casa dele não pode reclamar”);
- Não minimizar a importância do fato (“ah, e dos homens estuprados, ninguém fala, né?”).
Enfim, estender a mão para dar apoio, não para dar um tapa.
Não é difícil. Toda vítima merece. Mesmo se tiver sido culpa toda dela. (Aliás, nunca é.) Mas e daí? Não cabe a você, que acabou de ouvir a história, determinar culpas. Você não sabe nada.
Aliás, você sabe de uma coisa: tem uma vítima ali na sua frente precisando de ajuda.
Ajude.
(via matheussbarbosa)